terça-feira, 27 de dezembro de 2011

LEIA PARA UMA CRIANÇA. DICAS PARA UMA BOA LEITURA.

     Por que ler histórias para crianças?
Primeiro porque elas adoram. Descobrem um jeito novo de se relacionarem com os adultos e sentem-se acolhidas.Depois, porque elas se identificam com os personagens e situações, trazendo aprendizados para sua própria história, além de aumentar seu repertório cultural. Crianças precisam ter como modelos adultos queridos que leem, assim darão valor à leitura e também se tornarão leitoras.
     Uma história toca cada criança de um jeito diferente. E vai tocar você também . Por isso, leia, releia, eduque e aprenda com um livro nas mãos.
DICAS PARA UMA BOA LEITURA:
Leia de forma simples. - Não se preocupe muito com a entonação ou com grandes interpretações. A leitura deve ser agradável também para você. Leia em voz alta e confie na imaginação das crianças.
História não é só na hora de dormir. _ Leia sempre que possível. Pela manhã, à tarde ou à noite, no parque, na praça, na praia, na sala de sua casa, na escola. Não existem regras.
Sinta-se bem com a atividade - Se você estiver confortável e feliz por estar lendo, a criança vai se sentir bem em estar ali ouvindo. E vai receber a leitura como um gesto de amor de sua parte.
Valorize o texto e as ilustrações. Mostre o livro e suas figuras. è uma forma de facilitar a compreensão, estimular o senso estético e fixar o conteúdo da história.
Deixe a criança tocar nos livros. _ Como se estivesse descobrindo novos brinquedos. Ás vezes, você está lendo uma história e ela está brincando com  outro livro.Mas , não se preocupe, ela está atenta à sua leitura
Leia quantas vezes a criança pedir.- Cada vez que você lê a mesma história, a criança descobre novos detalhes e outros significados.leia e releia se for pedido.
Aproveite esse interesse da criança e dê asas a imaginação. 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Este É O MOMENTO DE CONHECER MELHOR SEU FILHO (A)

     O pensamento das famílias, nesta época do ano, está voltado às festas de fim de ano, certamente às férias.Presentes, jantares, comemorações marcam o término de mais um ano. Passado o rebuliço, a preparação para um período de descanso é o que motiva a todos - pais e filhos.
     Além do descanso merecido de cada um, por que não aproveitar este período para um contato mais próximo com os filhos?. Afinal, no decorrer do ano, cada um teve suas obrigações, responsabilidades e afazeres. Agora, o momento é de aproximação, de conversas. Quando surgirá uma oportunidade melhor que esta?. Estar disponível para ouvir e ser ouvido, sem a "pseudoatenção" que o cotidiano nos força a manter, entremeada de interferências de telefones que tocam, televisores ligados, trânsito que nos tira a atenção da conversa.
Vejam algumas sugestões para tornar as férias de seus filhos prazerosas e partilhadas tudo em família.
DIA DO GOURMET
     Sabe aquelas receitas próprias para crianças, simples, rápidas e apetitosas? Leve os filhos à cozinha e...mãos na massa! Ensine-lhe cuidados de higiene antes de iniciar a atividade. Essa é a melhor equipe que existe; família reunida com meta definida e colaborando para atingi-la. Depois, dividir as tarefas de limpeza e arrumação é excelente exercício de cidadania.
CINEMA EM CASA
     Assistir a DVDs que fazem parte da rotina da família pode tornar-se mais divertido. Transforme sua sala em cinema: posicione sofá, cadeiras, poltronas, almofadas lado a lado, como na sala de projeção. Escureça o ambiente e... pipoca para todos! Cada um escolhe o filme da próxima sessão para atender a todos os gostos. Esta atitude, além de democrática, ensina a respeitar as diferenças e conhecer a diversidade de propostas do cinema. Vale muito uma boa conversa para troca de ideias e conclusões após a "sessão de cinema".
ACANTONAMENTO
     Que tal a família dormir no mesmo espaço da casa e ouvir os sons da noite depois de um gostoso piquenique!. Armar barraca dentro de casa, usando colchões, colchonetes, almofadas e travesseiros, une a família. Depois de um lanche especial, é hora de contar histórias, piadas, brincadeiras de adivinhações. Tudo vale para haver troca, diálogo. Cada qual ganhar o momento de falar não tem preço.
PASSEIOS
     Boa época para explorar o que a cidade e a região tem de mais atraente, educativo, cultural. Aquele local que se vai apena quando se é turista e que se acaba por esquecer e não valorizar.
sugestões:                                                                                                                                                    1- Organize em conjunto o passeio, desde a escolha. Recorram a internet, para explorar um pouco mais o que poderão ver.
2- Busque o mapa de localização, estudem os trajetos, todos juntos. Combinem o que levar para aproveitar bem o passeio, o lanche que vão preparar ou comprar e o roteiro a fazer.
3- A escolha deve incluir os interesses de todos e lembrar, também, passeios ecológicos, com vistas a apreciar a natureza, aprender a respeitá-la e preserva-la. Tudo planejado! Muitas aventuras os esperam!
MUSEUS E TEATROS
     Ótima opção quando não se viaja nas férias é oferecer passeios culturais a pais e filhos. Conhecer Museus e ir a Teatros da cidade ou região.
     Preparem em família essas visitas, começando pela escolha dos locais e pesquisa do que ver. Isso cria um clima de interesse e curiosidade.
     Viver a família, observar o crescimento dos filhos, suas descobertas e anseios, é perpetuar o amor que fez cada um vir ao mundo.
Neste NATAL, viva esse clima de Sagrada Família... Deus nos colocou no mundo com uma missão: Ser Feliz e Fazer o Outro FELIZ.

domingo, 13 de novembro de 2011

GOSTO DE REFLETIR: "ENTREGA TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE E O MAIS ELE FARÁ".

     Quando o sonho se desfaz, Deus reconstrói,
     Quando se acabam as forças, Deus as renova.
     Quando é inevitável conter as lágrimas, Deus dá a alegria,
     Quando não há mais amor, Deus o faz renascer,
     Quando a maldição é certa, Deus a transforma em benção,
     Quando parece ser o fim, Deus dá  novo começo,
     Quando a aflição quer persistir, Deus nos envolve com paz,
     Quando é impossível se levantar, Deus o torna possível,
     Quando faltam as palavras, Deus sabe o que queremos dizer,
     Quando tudo parece se fechar, Deus abre uma nova porta,
     Quando você diz "não vou conseguir" , Deus está com você.
     Quando o coração é machucado por alguém, Deus o cura,
     Quando só há morte, Deus nos faz persistir,
     Quando a noite parece não ter fim, Deus faz nascer o amanhecer,
     Quando caímos no profundo abismo. Deus estende a sua mão,
     Quando tudo é dor, Deus dá o refrigério,
     Quando alguém diz que nada somos, Deus diz que somos mais que vencedores,
     Quando difícil se torna o caminhar, Deus nos carrega no colo.
     ( salmo 37: 5 )
   

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

SOB O OLHAR DOS PAIS.

     A revista Cidade Nova entrevistou o casal : Rita de Cassia e Océlio Dias, especialistas em Terapia Familiar. Vale apena conferir.
Importância do Pai e da Mãe na Formação Integral dos Filhos.
- Qual o papel dos pais na formação dos filhos?
      Os pais devem ser para os filhos uma expressão de amor: alguém que acolhe, que corrige, que é capaz de pedir desculpas quando erra, tendo a certeza de que isso não fará com que os filhos percam o respeito. Muito pelo contrário, proporcionará uma relação de confiança e amor. A figura do pai deve estar sintonizada  com a figura materna para dar segurança nas decisões, nos limites a serem dados. A criança precisa captar que o pai fala a mesma língua da mãe e, para isso, é necessário que o canal de diálogo entre os pais esteja sempre aberto.

- Pode-se falar de uma complementaridade de papéis?
     Acredito que sim. Existe um objetivo comum, que é o educar os filhos, e nenhum dos dois deve sentir-se inferior. A família é um sistema que funciona com amor, para o amor e pelo amor. Se existe essa condição , tudo, na educação dos filhos e na relação entre os pais, se torna interessante e responsabilidade comum.

- Quando a presença dos pais influi na formação escolar dos filhos? 
     Esta presença não está diretamente ligada ao maior ou menor tempo de dedicação, mas sim à intensidade desses momentos, Hoje os desafios são maiores; a velocidade com que as informações, positivas e negativas, chegam até nós, nos perturba e nos provoca avaliações constantes que tem reflexos direitos na educação de nossos filhos. Portanto, a nossa presença na formação escolar é fundamental. Não podemos transferir à escola o nosso papel; essa instituição só deve ajudar no processo de educação dos filhos.

- Muitas vezes, por motivo de morte precoce de um dos cônjuges , ou até de separação, a criança cresce apenas com o pai ou a mãe. Nesses casos, como suprir o papel do outro? Isso é possível?
     No caso de uma separação, é necessário torná-la o menos traumática para os filhos. Um diálogo aberto e franco sobre essa nova realidade com eles é fundamental, porque terá incidência direta na vida de cada membro do núcleo familiar.  Nesta nova fase da vida da família é imprescindível que os filhos sintam que ainda contam com aquele ou aquela que já não convive com eles. Precisam continuar confiando e acreditando no amor do pai e da mãe.
     Se fizerem isso, na escola haverá menos problemas. Mas é necessário comunicar à escola essa nova situação para que se observem, mais de perto, as mudanças de comportamento, a fim de intervir, se necessário. O amor seja o remédio para essa dor tão intensa dos filhos. 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

GOSTO DE REFLETIR: " EIS QUE EU VIM PARA FAZER A TUA VONTADE". (hb 10,9)

     Esse é um versículo do salmo 40, que o autor da carta aos Hebreus coloca nos lábios do filho de Deus, em diálogo com o Pai.  Por essa palavra, podemos compreender a grande lição para qual apontava toda a vida de Jesus, ou seja, que a coisa mais importante é fazer não a nossa vontade, mas a do Pai, que é tornarmo-nos capazes de dizer não a nós mesmos para dizer sim a Ele.
     O verdadeiro amor de Deus não consiste nas palavras bonitas, nas belas ideias e sentimentos, mais na obediência efetiva aos seus mandamentos. O sacrifício de louvor que Ele espera de nós é a oferta amorosa, feita a Ele, daquilo que temos de mais íntimo, daquilo que mais nos pertence: a nossa vontade.

FAMÍLIA - SEMPRE APRENDENDO A SER PAIS.

     A tarefa de educar os filhos é desafiadora e exige que lancemos mão de tudo o que já aprendemos na vida.  Por  mais que nos consideremos preparados, isto não impede que, em muitas ocasiões, entremos em crise e concluamos que ninguém é mestre nesta arte. Na vida real, percebemos que esta tarefa exige muita humildade e empenho.
     Não é raro que os momentos de tensão com os filhos causem prejuízos ao diálogo com eles. E pior ainda, que se tornem uma razão para os pais discutirem entre si. De fato, mesmo quando se busca a melhor solução, as conversas ásperas, nos momentos de tensão, comprometem o relacionamento entre pai e mãe.
     Quando se trata de cuidar dos filhos em faixas etárias diversas, o risco de "perder a esportiva" é ainda maior. Cada filho tem uma demanda diferente. É aí que os pais precisam trocar opiniões com frequência, pensar juntos, para poderem acertar; e fazer com que cada um dos filhos se sinta amado na sua necessidade, sem cair no erro de fazer concessões desnecessárias simplesmente para agradá-los.
     Nossas angústia de pais tomam proporções muito maiores quando nos fechamos, ao invés de partilhar com o outro o que nos perturba. É preciso dar espaço a reflexão que se alcança quando trocamos idéias e, frequentemente, procuramos juntos encontrar a luz no fim do túnel.
     E quando isso não acontece, o segredo é retomar o esforço cotidiano para viver um amor autêntico, sem exigir do outro nada em troca. Se um dos cônjuges ousa pensar que já tem a verdade, é, então, que pode pôr tudo a perder. Uma ótima saída é os pais calçarem , dia após dia, as sandálias da humildade para aprender do " MESTRE" como sair dos imbróglios que os cuidados com os filhos nos criam.
     Ser bons pais é um aprendizado constante. Devemos admitir que, a qualquer momento, podemos nos deparar com nossa incapacidade de superar certas dificuldades. Nessa hora, resta-nos confiar no amor de DEUS. Tendo ele como prioridade, sempre encontraremos uma solução, teremos a serenidade para entender o que fazer, sem nos deixarmos dominar pelo desanimo, angústia ou amargura. Remar sempre, mesmo contra a corrente, tendo a ELE como timoneiro, para chegar a um porto seguro. A falta de paz pode comprometer a rota. A missão de ser pai e mãe exige treinamento, força de vontade, e muitas outras virtudes.
Diálogoooooooooooooo.
fonte revista cidade nova.
   

sábado, 5 de novembro de 2011

AVALIAÇÃO: PERGUNTAR MAIS DO QUE RESPONDER.

      Avaliar é essencialmente questionar. É observar e promover experiências educativas que signifiquem provocações intelectuais significativas no sentido do desenvolvimento do aluno. Dessa forma, as perguntas mudam radicalmente de lugar e de importância no contexto escolar. Enquanto na avaliação classificatória elas ocupam o lugar de verificar, comprovar o alcance de um objetivo ao final de um estudo, de um determinado tempo - o professor ensina e depois pergunta - na visão mediadora, elas assumem o caráter permanente de mobilização, de provocação. Professores e alunos questionam-se, buscam informações pertinentes, constroem conceitos, resolvem problemas.
     Avaliar é, então, questionar, formular perguntas, propor tarefas desafiadoras, disponibilizando tempo, recursos, condições aos alunos para a construção das respostas. Os conteúdos não deixam de existir, eles são mais do que nunca importantes, assim como a visão interdisciplinar, e é compromisso do professor sugerir e disponibilizar variadas fontes de informação. A premissa é oferecer aos alunos muitas e diversificadas oportunidades de pensar, buscar conhecimentos, engajar-se na resolução de problemas, reformular suas hipóteses, comprometendo-se com seus avanços e dificuldades.
     Tal prática educativa não se adequa ao caráter somativo ( médias aritméticas) da avaliação tradicional, e reside aí uma das graves incoerências dos regimentos escolares. Uma avaliação contínua e cumulativa significa o acompanhamento da construção do conhecimento em sua evolução e complementaridade, exigindo alterações qualitativas nas formas de registro e tomadas  de decisão sobre aprovação.