A mulher recebeu de Deus um presente, a capacidade de gestar uma nova vida. È em seu ventre que o milagre vai ganhando corpo e se preparando para o existir. O copo vai mudando para que o crescimento se acomode. E depois o cordão umbilical se rompe. È a liberdade do caminhar com os próprios pés. Mas o vínculo não se rompe.
E não se rompe nunca porque é um vínculo de amor. È o amor que faz o milagre acontecer. È o amor que acompanha, dia a dia, as dores, os sussuros, as surpresas do filho que está crescendo. É Deus fazendo-se presente na presença de quem cuida, de quem ama. Mãe é amor puro, amor que não exige reciprocidade, amor que ensina, dizendo ou não, a arte da generosidade.
O COLO DE MÃE È REMÈDIO. AS PALAVRAS DE MÃE, CANÇÃO.
A generosidade nos faz cidadãos da esperança. O embalar do filho ainda rebento, o sonhar com um futuro bonito, mistura-se a tantos acontecimentosque vão desenhando a própria vida. Nas quedas, que não são poucas, a esperança se realimenta na simples presença da mãe. Nas doenças que teimam em vir. Nas portas que se fecham. Nos fracassos que incomodam. O colo da Mãe é remédio. As palavras de Mãe ,canção.
Vivemos em mundo cheio de injustiças, de agressões, de mentiras. Julgamos precipitados. Informações deformadas. Há relações que são líquidas. Que não tem consistência. E isso, não poucas vezes, retira-nos do território da felicidade para o qual fomos criados. E aí nos sentimos órfãos. E frágeis. E carentes.
Carecemos, certamente, de atenção. Vivemos em sociedade e apenas em sociedade conseguimos nos desenvolver. Precisamos uns dos outros. São imperfeições que se encontram e que, ao conviverem, aprendem o valor necessário do respeito.
A mãe - mulher, amor, esperança- é a raiz que dá á árvore resistencia. Virão os ventos, as tempestades e a raiz não deixará que a árvore desista de sua vocação de crescer e de ser útil á natureza. Cada árvore tem o seu espaço. No conjunto, embelezam o mundo e individualmente significam muitos e tantos que, em suas ramagens, experimentam sombra e que dos seus frutos alimentam sonhos.
Não espere o Dia das Mães para olhar para sua mãe e dizer que é ela a mulher que o alimenta de amor e esperança. Ela é imperfeita? Quem não é? Ela errou com você? Quem não erra? Mas ela é a escolhida para que a vida seja continuada em você. E, se sua mãe já vive na eternidade, que a saudade realimente os princípios de não negar sombra nem alimento a uma humanidade tão carente. Dia das mães é todo dia. É todo dia que o amor e a esperança acordam mais cedo para esperar o convite para conosco conviver.( valeu Gabriel Chalita pela grande mensagem de reflexão de amor a nossa mãe.) mensagem retirada da revista Canção Nova.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
ATO DE LER.
Todo ato de compreensão envolve leitura. Desde que nasce, o ser humano faz sua "leitura de mundo", inicialmente por meio dos sentidos - visão, audição, tato, olfato e paladar -, explorando de forma sensorial o ambiente. Ao longo do tempo, ao ouvir os sons das palavras faladas, aprende a língua ouvida, um fenômeno cultural. Dessa forma, aos poucos, internaliza a linguagem e, por imitação, aprende a falar, fazendo a "leitura auditiva".
O ser humano "lê com os olhos" toda e qualquer paisagem, objetos, pessoas... Lê cinestesicamente por meio do tato, o que também torna possível reconhecer o espaço circundante. A primeira ação executada pelo indivíduo ao nascer, portanto, é a leitura.
Segundo FOUCAMBERT, a presença do mundo escrito está por toda parte, e o ato de ler relaciona-se diretamente ao de registrar, escrever, representar; e confirma que isso se dá desde o nascimento do bebê. - Já o dicionário Caldas AULETE, é a ação de conhecer, interpretar, perceber, deduzir, decifrar, rever, inteirar-se de símbolos, pronunciar as letras do alfabeto juntas e assim decodificar a palavra escrita, interpretando tudo aquilo que é passível do ato da leitura e está sujeito à compreensão do homem. Aprofundando essa questão, a palavra "ler", originária do latim, legere, significa decodificar qualquer obra submetida ao olhar, percorrida em toda sua extensão pela vista, atribuindo-lhe sentido.
Para definir e demonstrar várias possibilidades de compreensão da palavra "ler", pode-se ir além da simples decodificação para uma complexidade maior que é a leitura, traduzida por meio das escolhas e procuras que o leitor decide fazer. Sempre deve haver ações e poder de decisão sobre o que está lendo. Ao ler, cada leitor recria uma obra, pois recorre à sua própria visão de mundo, à sua memória, seu acervo cultural, social, suas vivências e bagagem de vida. Isso significa entrar num mundo de procuras e escolhas, e preencher "vazios" com aquilo que cada leitor vê.
Ler é absorver de forma privilegiada a cultura de diversas sociedades. Cabe ao professor trabalhar com os alunos o hábitoda leitura nas diversas áreas de conhecimento, aguçando a vontade de saber cada vez mais. Também lhe compete considerar particularidades do aluno, suas
peculiaridades, e que a partir de cada (re)leitura se abrem inúmeras possibilidades de melhor compreender e interpretar o mundo e a própria vida.
Algumas sugestões de Leituras com a família ou escolar: Os Paradidáticos.
Idades :
5 a 6 anos - Cada Um Mora Onde Pode - autor: Ziraldo - ressalta a importância da vida em família.
6 e 7 anos - A Mulher Que Falava Para-Choquês - Autor: Marcelo Duarte- ressalta a descoberta da leitura nas propagandas .
7 e 8 anos - Felpo Filva - Autor: Eva Furnari - ressalta que ninguém é perfeito e que a deficência mais grave que uma pessoa pode ter é a de caráter.
8 e 9 anos - A Árvore da Família - autor: Maísa Zakzuk - ressalta conhecer a história de nossa família descobrindo sua árvore genealógica.
9 e 10anos - E Se Fosse Com Você? Uma História de Bullyng. - autor: Sandra Saruê e Marcelo Boffa - ressalta a questão do bullyng, expressão moderna que trata de um problema nada novo: a humilhação que muitos alunos sofrem na escola...
10 1 11 anos - Menina Nina, Duas Razões Para Não Chorar - autor: Ziraldo - ressalta a morte, mas o sentimento que predomina ao final não é a tristeza.
11 e 12 anos. O Malvado - autor: Tatiana Belinky - ressalta a discussão do tema "aparência".
Livros nâo lidos, são como tesouros perdidos. Uma boa leitura em família!.
O ser humano "lê com os olhos" toda e qualquer paisagem, objetos, pessoas... Lê cinestesicamente por meio do tato, o que também torna possível reconhecer o espaço circundante. A primeira ação executada pelo indivíduo ao nascer, portanto, é a leitura.
Segundo FOUCAMBERT, a presença do mundo escrito está por toda parte, e o ato de ler relaciona-se diretamente ao de registrar, escrever, representar; e confirma que isso se dá desde o nascimento do bebê. - Já o dicionário Caldas AULETE, é a ação de conhecer, interpretar, perceber, deduzir, decifrar, rever, inteirar-se de símbolos, pronunciar as letras do alfabeto juntas e assim decodificar a palavra escrita, interpretando tudo aquilo que é passível do ato da leitura e está sujeito à compreensão do homem. Aprofundando essa questão, a palavra "ler", originária do latim, legere, significa decodificar qualquer obra submetida ao olhar, percorrida em toda sua extensão pela vista, atribuindo-lhe sentido.
Para definir e demonstrar várias possibilidades de compreensão da palavra "ler", pode-se ir além da simples decodificação para uma complexidade maior que é a leitura, traduzida por meio das escolhas e procuras que o leitor decide fazer. Sempre deve haver ações e poder de decisão sobre o que está lendo. Ao ler, cada leitor recria uma obra, pois recorre à sua própria visão de mundo, à sua memória, seu acervo cultural, social, suas vivências e bagagem de vida. Isso significa entrar num mundo de procuras e escolhas, e preencher "vazios" com aquilo que cada leitor vê.
Ler é absorver de forma privilegiada a cultura de diversas sociedades. Cabe ao professor trabalhar com os alunos o hábitoda leitura nas diversas áreas de conhecimento, aguçando a vontade de saber cada vez mais. Também lhe compete considerar particularidades do aluno, suas
peculiaridades, e que a partir de cada (re)leitura se abrem inúmeras possibilidades de melhor compreender e interpretar o mundo e a própria vida.
Algumas sugestões de Leituras com a família ou escolar: Os Paradidáticos.
Idades :
5 a 6 anos - Cada Um Mora Onde Pode - autor: Ziraldo - ressalta a importância da vida em família.
6 e 7 anos - A Mulher Que Falava Para-Choquês - Autor: Marcelo Duarte- ressalta a descoberta da leitura nas propagandas .
7 e 8 anos - Felpo Filva - Autor: Eva Furnari - ressalta que ninguém é perfeito e que a deficência mais grave que uma pessoa pode ter é a de caráter.
8 e 9 anos - A Árvore da Família - autor: Maísa Zakzuk - ressalta conhecer a história de nossa família descobrindo sua árvore genealógica.
9 e 10anos - E Se Fosse Com Você? Uma História de Bullyng. - autor: Sandra Saruê e Marcelo Boffa - ressalta a questão do bullyng, expressão moderna que trata de um problema nada novo: a humilhação que muitos alunos sofrem na escola...
10 1 11 anos - Menina Nina, Duas Razões Para Não Chorar - autor: Ziraldo - ressalta a morte, mas o sentimento que predomina ao final não é a tristeza.
11 e 12 anos. O Malvado - autor: Tatiana Belinky - ressalta a discussão do tema "aparência".
Livros nâo lidos, são como tesouros perdidos. Uma boa leitura em família!.
sábado, 26 de março de 2011
SEXO é preciso quebrar os próprios tabus
Qual é a maior dificuldade que nós, adultos - pais, mães, professores -, temos ao falar sobre sexo? Provavelmente lidar com nossas próprias experiências, nossos medos e inseguranças, nossos preconceitos e tabus. Aprende-se sexo em livros? Talves as questões biológicas possam ser explicadas dessa forma, porém a sexualidade humana vai muito mais além.
Ao conversarmos sobre sexo com nossos alunos e filhos, não falaremos sobre a nossa sexualidade, muito menos sobre o que pensamos ou como agimos, mas vamos orientá-los sobre sexo consciente, cuidados pessoais sentimentos. Não devemos colocar nossas opiniões sobre este ou aquele tema, pois nosso objetivo é in(formá-los, e não direcioná-los conforme o que pensamos, uma vez que nem sempre o que pensamos é a resposta certa para determinado indivíduo. Precisamos deixar os "achismos" de lado: " acho bobagem a virgindade", "não concordo com homossexualismo", etc. Devemos lembrar que cada indivíduo tem sua história e cultura familiar, e que isso, sim, deve direcioná-lo na formação de juízos e valores.
Qual o nosso papel como educadores? Indicar caminhos ou deixar que os jovens decidam por si? O mais importante, ao orientarmos crianças e jovens, é basicamente compreender que preocupações e angustias são normais; isso requer, por outro lado, que saibamos nos posicionar como adultos para "trabalhar" essas dificuldades, evitando transmitir tais medos e tabus.
Falar de sexo é falar da natureza, do natural, do" ser humano ".É falar de emocões, sentimentos, autorrespeito e respeito ao outro, abordando também cuidados e prevenção. Não basta _ e não deve _ tratar de sexo como biologia pura, tornando-o experimental e inócuo. Deve-se tratá-lo como conversa, de pessoa para pessoa, sem receio, olho no olho, e não ao pé do ouvido, como assunto ao pé do ouvido, como assunto escuso e impróprio.
Há um momento certo para conversar sobre sexualidade? claro! Sempre que somos questionados. Sempre que observarmos a curiosidade. Sempre que notamos a desinformação. Toda vez que se trata do assunto na mídia, por exemplo, seja em atitude de atores de filmes e novelas, seja por temas de noticiários, essa será a hora para falar sobre sexo.
Nada de cegonhas, abobrinhas, margaridas. Fale sobre ser gente, ter diferenças físicas e psicológicas, e sobre o ciclo da vida: nascer, viver e morrer; amar e ser amado,; respeitar e ser respeitado. Sem exageros e também sem minimalismos, abstraindo o que é compreensível e necessário para aquela idade, lembrando que esta geração é bem mais informada do que as anteriores. È por isso que falar com eles hoje parece tão mais difícil.
Finalizando, para falar sobre sexualidade é fundamental falar sobre autoestima e cuidados com o próprio eu, enfatizando o autorespeito e o respeito pelo outro, quanto mais se conversar e orientar, mais se desenvolverá a capacidade de discernimento para a tomada de decisões. A orientação deve buscar a construção de hábitos e atitudes saudáveis, tanto físicas quanto emocionais, e valorizar a vida, o fato de que nosso corpo precisa ser cuidado e respeitado, assim como o das outras pessoas. Desenvolvendo o espírito crítico para discernir o que é certo ou errado, mostramos caminhos, cabendo a cada um analisá-los e defini-los ao longo da vida.
Família e Escola devem transmitir a segurança de quem possuem princípios e valores comuns, para que, juntas, consolidem a educação de futuros homens e mulheres conscientes, responsáveis e felizes.
( fonte: revista PAD. Vânia Bittencourt.)
Ao conversarmos sobre sexo com nossos alunos e filhos, não falaremos sobre a nossa sexualidade, muito menos sobre o que pensamos ou como agimos, mas vamos orientá-los sobre sexo consciente, cuidados pessoais sentimentos. Não devemos colocar nossas opiniões sobre este ou aquele tema, pois nosso objetivo é in(formá-los, e não direcioná-los conforme o que pensamos, uma vez que nem sempre o que pensamos é a resposta certa para determinado indivíduo. Precisamos deixar os "achismos" de lado: " acho bobagem a virgindade", "não concordo com homossexualismo", etc. Devemos lembrar que cada indivíduo tem sua história e cultura familiar, e que isso, sim, deve direcioná-lo na formação de juízos e valores.
Qual o nosso papel como educadores? Indicar caminhos ou deixar que os jovens decidam por si? O mais importante, ao orientarmos crianças e jovens, é basicamente compreender que preocupações e angustias são normais; isso requer, por outro lado, que saibamos nos posicionar como adultos para "trabalhar" essas dificuldades, evitando transmitir tais medos e tabus.
Falar de sexo é falar da natureza, do natural, do" ser humano ".É falar de emocões, sentimentos, autorrespeito e respeito ao outro, abordando também cuidados e prevenção. Não basta _ e não deve _ tratar de sexo como biologia pura, tornando-o experimental e inócuo. Deve-se tratá-lo como conversa, de pessoa para pessoa, sem receio, olho no olho, e não ao pé do ouvido, como assunto ao pé do ouvido, como assunto escuso e impróprio.
Há um momento certo para conversar sobre sexualidade? claro! Sempre que somos questionados. Sempre que observarmos a curiosidade. Sempre que notamos a desinformação. Toda vez que se trata do assunto na mídia, por exemplo, seja em atitude de atores de filmes e novelas, seja por temas de noticiários, essa será a hora para falar sobre sexo.
Nada de cegonhas, abobrinhas, margaridas. Fale sobre ser gente, ter diferenças físicas e psicológicas, e sobre o ciclo da vida: nascer, viver e morrer; amar e ser amado,; respeitar e ser respeitado. Sem exageros e também sem minimalismos, abstraindo o que é compreensível e necessário para aquela idade, lembrando que esta geração é bem mais informada do que as anteriores. È por isso que falar com eles hoje parece tão mais difícil.
Finalizando, para falar sobre sexualidade é fundamental falar sobre autoestima e cuidados com o próprio eu, enfatizando o autorespeito e o respeito pelo outro, quanto mais se conversar e orientar, mais se desenvolverá a capacidade de discernimento para a tomada de decisões. A orientação deve buscar a construção de hábitos e atitudes saudáveis, tanto físicas quanto emocionais, e valorizar a vida, o fato de que nosso corpo precisa ser cuidado e respeitado, assim como o das outras pessoas. Desenvolvendo o espírito crítico para discernir o que é certo ou errado, mostramos caminhos, cabendo a cada um analisá-los e defini-los ao longo da vida.
Família e Escola devem transmitir a segurança de quem possuem princípios e valores comuns, para que, juntas, consolidem a educação de futuros homens e mulheres conscientes, responsáveis e felizes.
( fonte: revista PAD. Vânia Bittencourt.)
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
INDISCIPLINA - Um convite para PENSAR e AGIR diferente.
É comum o problema da " indisciplina em sala de aula" ser citado como tema para discussão e estudo.. Tenho percebido é que se buscam fórmulas mágicas para solucionar o problema. Lamento informar que : a questão disciplinar em sala de aula não possui solução fácil. O comportamento de uma pessoa está ligado a diversos fatores simultaneamente: humor, personalidade, educação e estrutura familiar, situação financeira, relacionamentos afetivos, aspectos físicos e intelectuais, interesses pessoais e outros tantos que um especialista em comportamento humano poderia citar de maneira mais apurada. Ora se as pessoas comportam-se de acordo com esses aspectos, por que nossos alunos estariam isentos disso?. Quando vêm a sala de aula, crianças e adolescentes trazem consigo uma carga de sentimentos, emoções, espectativas e ansiedade diretamente relacionados à sua realidade. Nós, adultos, estamos sujeitos a isso a todo o momento. E é assim também com o estudante.
Percebe-se nas expectativas de professores e gestores de escola a chegada de um " aluno ideal", pronto para receber informações e participar de atividades que o sistema escolar preparou para que ele apenas as execute.. São desconsiderados, na maioria das vezes, o aspecto crítico, rebelde - típicos do adolescente - e aspectos emocionais manifestados de modo incosciente e descontrolado nas crianças menores. Planejamos nossas aulas esquecendo de considerar que alunos pedirão para ir ao banheiro, tomar àgua, outros estarão com preguiça, outros simplesmente não gostarão daquele conteúdo, etc. Acredito que devemos ser mais realista, considerando aspectos que o próprio cotidiano se encarrega de nos ensinar: nossos alunos não são perfeitos - chegam à escola sem saber exatamente como se comportar. Isso não significa que estamos justificando o comportamento inadequado de alguns alunos e e afirmando que devemos aceitá-los como normais. Mas é aí que entra o segundo aspecto importante dessa questão: a escola, como instituição educadora por excelência, tem como objetivo orientar constantemente o educando> Quais as formas corretas de relacionar-se com essa realidade? O que podemos fazer para diminuir problemas de indisciplina do aluno em sala de aula? Sim, eu disse DIMINUIR, porque ela nunca deixará de existir. Será sempre uma questão com a qual os educadores terão que conviver.
Algumas dicas para melhorar a indisciplina em sala de aula.
1- Fazer valer as regras da escola.- regras foram feitas para serem cumpridas.
2- Consequência adequadas. O aluno precisa assumir as consequências de seus atos.
3- Questões mais sérias, como agreessão física, devem ter acompanhamento de pessoa especializada.
4- Não potencializar problemas- ter muita calma , está atento.
5- Evitar radicalizações - saiba lidar com os problemas cotidiano.
6- Tornar as aulas interessante- trabalhar em sala com iniciativas diversificadas.
7- Investir em projetos que promovam a interação dos alunos.
8- Ser menos saudosista - no nosso tempo....
9- Menos sermão, mais prática.
10- Postura Pessoal- Não podemos menosprezar a percepção do aluno sobre nossos atos. Eles percebem com perfeição quando sabemos bem nosso conteúdo ou não,...
FÁCIL? - NÃO, Mais com muita DEDICAÇÃO e muita VONTADE de aprender, poderemos sim encontrarmos formas mágicas para melhorar nossa sala de aula num ambiente saudável. - Use sua CRIATIVIDADE e DÊ VIDA AOS CONTÚDOS, você sentirá a mudança em sua sala de aula.
Percebe-se nas expectativas de professores e gestores de escola a chegada de um " aluno ideal", pronto para receber informações e participar de atividades que o sistema escolar preparou para que ele apenas as execute.. São desconsiderados, na maioria das vezes, o aspecto crítico, rebelde - típicos do adolescente - e aspectos emocionais manifestados de modo incosciente e descontrolado nas crianças menores. Planejamos nossas aulas esquecendo de considerar que alunos pedirão para ir ao banheiro, tomar àgua, outros estarão com preguiça, outros simplesmente não gostarão daquele conteúdo, etc. Acredito que devemos ser mais realista, considerando aspectos que o próprio cotidiano se encarrega de nos ensinar: nossos alunos não são perfeitos - chegam à escola sem saber exatamente como se comportar. Isso não significa que estamos justificando o comportamento inadequado de alguns alunos e e afirmando que devemos aceitá-los como normais. Mas é aí que entra o segundo aspecto importante dessa questão: a escola, como instituição educadora por excelência, tem como objetivo orientar constantemente o educando> Quais as formas corretas de relacionar-se com essa realidade? O que podemos fazer para diminuir problemas de indisciplina do aluno em sala de aula? Sim, eu disse DIMINUIR, porque ela nunca deixará de existir. Será sempre uma questão com a qual os educadores terão que conviver.
Algumas dicas para melhorar a indisciplina em sala de aula.
1- Fazer valer as regras da escola.- regras foram feitas para serem cumpridas.
2- Consequência adequadas. O aluno precisa assumir as consequências de seus atos.
3- Questões mais sérias, como agreessão física, devem ter acompanhamento de pessoa especializada.
4- Não potencializar problemas- ter muita calma , está atento.
5- Evitar radicalizações - saiba lidar com os problemas cotidiano.
6- Tornar as aulas interessante- trabalhar em sala com iniciativas diversificadas.
7- Investir em projetos que promovam a interação dos alunos.
8- Ser menos saudosista - no nosso tempo....
9- Menos sermão, mais prática.
10- Postura Pessoal- Não podemos menosprezar a percepção do aluno sobre nossos atos. Eles percebem com perfeição quando sabemos bem nosso conteúdo ou não,...
FÁCIL? - NÃO, Mais com muita DEDICAÇÃO e muita VONTADE de aprender, poderemos sim encontrarmos formas mágicas para melhorar nossa sala de aula num ambiente saudável. - Use sua CRIATIVIDADE e DÊ VIDA AOS CONTÚDOS, você sentirá a mudança em sua sala de aula.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
BOM PROFESSOR
" Pela manhã, o bom religioso abre o livro sagrado e reflete sobre o bem e o mal. Por um feliz amanhã, o bom professor abre a LDB e aprende a conciliar o conhecimento e a humanidade".
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferênças está acima de toda a Pedagogia.
A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mais de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber. Nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar o nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mais povoado de sentimentos, dores, incertezas, inquietaçôes humanas.
A escola não se pode limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, corpo e alma.
De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula se fora da escola o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e insensível.
Devemos educar pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
É a LDB que nos oferece os dois mais importantes princípios da Pedagogia do Amor: o respeito a liberdade e o apreço a tolerância, que são inspirados nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Ambos têm por fim o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania ativa e sua qualificação para as novas ocupações no mundo do trabalho.
A nossa missão é dizer que podemos amar, viver, ser feliz e fazer o outro feliz respeitando as diferenças, fortalecendo a tolerância recíproca, zelando pela aprendizagem dos alunos, fortalecendo a solidariedade humana, aprimorando o educando como peessoa humana e preparando o educando para o exercício da cidadania.
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferênças está acima de toda a Pedagogia.
A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mais de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber. Nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar o nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mais povoado de sentimentos, dores, incertezas, inquietaçôes humanas.
A escola não se pode limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, corpo e alma.
De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula se fora da escola o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e insensível.
Devemos educar pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
É a LDB que nos oferece os dois mais importantes princípios da Pedagogia do Amor: o respeito a liberdade e o apreço a tolerância, que são inspirados nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Ambos têm por fim o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania ativa e sua qualificação para as novas ocupações no mundo do trabalho.
A nossa missão é dizer que podemos amar, viver, ser feliz e fazer o outro feliz respeitando as diferenças, fortalecendo a tolerância recíproca, zelando pela aprendizagem dos alunos, fortalecendo a solidariedade humana, aprimorando o educando como peessoa humana e preparando o educando para o exercício da cidadania.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
BULLYNG - uma responsabilidade de todos
Primeiramente temos de conhecer um pouco mais do assunto. O termo bullyng refere-se a todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, apresentadas por um ou mais indivíduos contra outro(s). Não existe palavras na lingua portuguesa que expresse todas as situações possíveis de bullyng.
Vejamos alguns tipos de agressão mais evidentes:
. Verbal - apelidar, xingar, zoar...
. Física _ bater, chutar, beliscar...
. Moral - difamar, caluniar, discriminar...
. Psicológica - intimidar, ameaçar, perseguir...
. Sexual - abusar, assediar, insinuar...
. Material - furtar, roubar, estragar pertences...
. Virtual - por meio da internet e ou celular, caçoar, discriminar, difamar...
Além das agressões no ambiente escolar, acontece também no ambiente familiar e nas brincadeiras de ruas. Surge novas formas de itimidação como o CYBERBULLING - esposição feita pela internet. Na maioria dos casos , a vítima desconhece que esteja sendo alvo da "brincadeira" e, ao descobrir, não tem como se defender, porque o agressor é anônimo e as informações circulam rapidamente pela rede.
Atualmente registrado em inúmeras escolas, o bullyng não se restringe a determinada faixa etária, ou nível social. Por isso mesmo, a todos compete sua identificação e busca de soluções. Conhecer cada aluno, cada filho, observar suas atitudes em sala e em casa, no horário de recreio ou em brincadeiras na rua . O que mais chama a atenção é que, de uma forma ou de outra, a maioria dos alunos já vivenciou situações de bullyng, na condição de autor, vítima ou observador.
Autores de agressões, costumam ser pessoas sem autocrítica, inconsequentes, que agem por impulso. Geralmente possuem pais " ausentes", poucos afetivos e permissivos, não compromitidos em acompanhar e supervisionar seu comportamento, que até se omitem ao perceber atitudes inadequadas e agressivas, achando que o filho deve agir primeiro e pensar depois ou que ele apenas está na defesa.
O QUE DEVEMOS FAZER?.
É importante estarmos atentos, observando o que nossos filhos ou alunos pensam, como avaliam situações do cotidiano, como reagem e se posicionam, para ajudá-los a desenvolver atitudes de autocrítica e cidadania.
Pesquisas recentes revelam que o preconceito vem de casa, da formação familiar. " O trabalho para acabar com a discriminação transcende a atuação da escola. O que preocupa é que esses alunos serão , no futuro, pais de família e passarão isso aos seus filhos". diz José Afonso Mazzon, coordenador da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas ( Fipe ) a pedido do Ministério da Educação ( MEC ). Portanto promover reuniões para as famílias conhecerem melhor o problema, orientando quanto aos encaminhamentos necessários, é a recomendação que se dá a escola como ferramenta que direcione uma ação integrada.
Aos pais, solicita-se que observem mudanças de comportamento, incentivando o filho a falar do dia- a - dia na escola. O lar precisa ser um reduto de segurança e afeto, onde o filho se expresse com liberdade e confiança, fale à
vontade sobre suas dificuldades e inseguranças, abrindo a possibilidade de ele revelar um bullyng de que está participando. Nesse caso, devem informar a escola para tomar, também, providências.
Da mesma forma, se a família observar no filho atitudes de agressividade, intolerância, superioridade, uso de força física e/ou coação psicológica como forma de obter o que deseja, precisa aproximar-se e orientá-lo. É o momento de refletir sobre o modelo educativo que está oferecendo, pois sempre há tempo para repensar a forma de agir, considerando que estamos aprendendo e reaprendendo todos os dias. Jamais ignorar a situação de criança ou adolescente que esteja praticando bullyng. Uma conversa franca que o faça refletir sobre seus atos, buscando os motivos que o levaram a tal, dá-lhe a oportunidade de tomar consciência de suas atitudes. Vale incentivá-lo a mudar o comportamento, a dialogar com quem esteja intimidando, desculpando-se e deixando-o em paz..., Esse é o caminho para ele passar a agir com responsabilidade e consciência. Nunca procurar desculpa para a atitude condenável do filho, lembrabdo que isso pode conduzi-lo a uma vida delituosa e infeliz. O contato com a escola para orientação e parceria, é muito importante para direcionar ação que encerre boas referências de ética e solidariedade.
Importante lembrar: família, escola e comunidade, cada qual deve tomar para si a responsabilidade de combater o bullyng, uma vez que as causas e consequencias repercutem em todos. È necessário mostrar a cada aluno, professor e funcionário sua responsabilidade em transformar a sociedade, em fazer agradável e amistoso o ambiente escolar, onde todos são aceitos e respeitados.
revista PAD - setembro de 2009.
Vejamos alguns tipos de agressão mais evidentes:
. Verbal - apelidar, xingar, zoar...
. Física _ bater, chutar, beliscar...
. Moral - difamar, caluniar, discriminar...
. Psicológica - intimidar, ameaçar, perseguir...
. Sexual - abusar, assediar, insinuar...
. Material - furtar, roubar, estragar pertences...
. Virtual - por meio da internet e ou celular, caçoar, discriminar, difamar...
Além das agressões no ambiente escolar, acontece também no ambiente familiar e nas brincadeiras de ruas. Surge novas formas de itimidação como o CYBERBULLING - esposição feita pela internet. Na maioria dos casos , a vítima desconhece que esteja sendo alvo da "brincadeira" e, ao descobrir, não tem como se defender, porque o agressor é anônimo e as informações circulam rapidamente pela rede.
Atualmente registrado em inúmeras escolas, o bullyng não se restringe a determinada faixa etária, ou nível social. Por isso mesmo, a todos compete sua identificação e busca de soluções. Conhecer cada aluno, cada filho, observar suas atitudes em sala e em casa, no horário de recreio ou em brincadeiras na rua . O que mais chama a atenção é que, de uma forma ou de outra, a maioria dos alunos já vivenciou situações de bullyng, na condição de autor, vítima ou observador.
Autores de agressões, costumam ser pessoas sem autocrítica, inconsequentes, que agem por impulso. Geralmente possuem pais " ausentes", poucos afetivos e permissivos, não compromitidos em acompanhar e supervisionar seu comportamento, que até se omitem ao perceber atitudes inadequadas e agressivas, achando que o filho deve agir primeiro e pensar depois ou que ele apenas está na defesa.
O QUE DEVEMOS FAZER?.
É importante estarmos atentos, observando o que nossos filhos ou alunos pensam, como avaliam situações do cotidiano, como reagem e se posicionam, para ajudá-los a desenvolver atitudes de autocrítica e cidadania.
Pesquisas recentes revelam que o preconceito vem de casa, da formação familiar. " O trabalho para acabar com a discriminação transcende a atuação da escola. O que preocupa é que esses alunos serão , no futuro, pais de família e passarão isso aos seus filhos". diz José Afonso Mazzon, coordenador da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas ( Fipe ) a pedido do Ministério da Educação ( MEC ). Portanto promover reuniões para as famílias conhecerem melhor o problema, orientando quanto aos encaminhamentos necessários, é a recomendação que se dá a escola como ferramenta que direcione uma ação integrada.
Aos pais, solicita-se que observem mudanças de comportamento, incentivando o filho a falar do dia- a - dia na escola. O lar precisa ser um reduto de segurança e afeto, onde o filho se expresse com liberdade e confiança, fale à
vontade sobre suas dificuldades e inseguranças, abrindo a possibilidade de ele revelar um bullyng de que está participando. Nesse caso, devem informar a escola para tomar, também, providências.
Da mesma forma, se a família observar no filho atitudes de agressividade, intolerância, superioridade, uso de força física e/ou coação psicológica como forma de obter o que deseja, precisa aproximar-se e orientá-lo. É o momento de refletir sobre o modelo educativo que está oferecendo, pois sempre há tempo para repensar a forma de agir, considerando que estamos aprendendo e reaprendendo todos os dias. Jamais ignorar a situação de criança ou adolescente que esteja praticando bullyng. Uma conversa franca que o faça refletir sobre seus atos, buscando os motivos que o levaram a tal, dá-lhe a oportunidade de tomar consciência de suas atitudes. Vale incentivá-lo a mudar o comportamento, a dialogar com quem esteja intimidando, desculpando-se e deixando-o em paz..., Esse é o caminho para ele passar a agir com responsabilidade e consciência. Nunca procurar desculpa para a atitude condenável do filho, lembrabdo que isso pode conduzi-lo a uma vida delituosa e infeliz. O contato com a escola para orientação e parceria, é muito importante para direcionar ação que encerre boas referências de ética e solidariedade.
Importante lembrar: família, escola e comunidade, cada qual deve tomar para si a responsabilidade de combater o bullyng, uma vez que as causas e consequencias repercutem em todos. È necessário mostrar a cada aluno, professor e funcionário sua responsabilidade em transformar a sociedade, em fazer agradável e amistoso o ambiente escolar, onde todos são aceitos e respeitados.
revista PAD - setembro de 2009.
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