quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
BOM PROFESSOR
" Pela manhã, o bom religioso abre o livro sagrado e reflete sobre o bem e o mal. Por um feliz amanhã, o bom professor abre a LDB e aprende a conciliar o conhecimento e a humanidade".
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferênças está acima de toda a Pedagogia.
A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mais de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber. Nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar o nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mais povoado de sentimentos, dores, incertezas, inquietaçôes humanas.
A escola não se pode limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, corpo e alma.
De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula se fora da escola o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e insensível.
Devemos educar pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
É a LDB que nos oferece os dois mais importantes princípios da Pedagogia do Amor: o respeito a liberdade e o apreço a tolerância, que são inspirados nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Ambos têm por fim o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania ativa e sua qualificação para as novas ocupações no mundo do trabalho.
A nossa missão é dizer que podemos amar, viver, ser feliz e fazer o outro feliz respeitando as diferenças, fortalecendo a tolerância recíproca, zelando pela aprendizagem dos alunos, fortalecendo a solidariedade humana, aprimorando o educando como peessoa humana e preparando o educando para o exercício da cidadania.
O professor do século XXI é aquele que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferênças está acima de toda a Pedagogia.
A função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mais de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber. Nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar o nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mais povoado de sentimentos, dores, incertezas, inquietaçôes humanas.
A escola não se pode limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, corpo e alma.
De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula se fora da escola o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e insensível.
Devemos educar pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
É a LDB que nos oferece os dois mais importantes princípios da Pedagogia do Amor: o respeito a liberdade e o apreço a tolerância, que são inspirados nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. Ambos têm por fim o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania ativa e sua qualificação para as novas ocupações no mundo do trabalho.
A nossa missão é dizer que podemos amar, viver, ser feliz e fazer o outro feliz respeitando as diferenças, fortalecendo a tolerância recíproca, zelando pela aprendizagem dos alunos, fortalecendo a solidariedade humana, aprimorando o educando como peessoa humana e preparando o educando para o exercício da cidadania.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
BULLYNG - uma responsabilidade de todos
Primeiramente temos de conhecer um pouco mais do assunto. O termo bullyng refere-se a todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, apresentadas por um ou mais indivíduos contra outro(s). Não existe palavras na lingua portuguesa que expresse todas as situações possíveis de bullyng.
Vejamos alguns tipos de agressão mais evidentes:
. Verbal - apelidar, xingar, zoar...
. Física _ bater, chutar, beliscar...
. Moral - difamar, caluniar, discriminar...
. Psicológica - intimidar, ameaçar, perseguir...
. Sexual - abusar, assediar, insinuar...
. Material - furtar, roubar, estragar pertences...
. Virtual - por meio da internet e ou celular, caçoar, discriminar, difamar...
Além das agressões no ambiente escolar, acontece também no ambiente familiar e nas brincadeiras de ruas. Surge novas formas de itimidação como o CYBERBULLING - esposição feita pela internet. Na maioria dos casos , a vítima desconhece que esteja sendo alvo da "brincadeira" e, ao descobrir, não tem como se defender, porque o agressor é anônimo e as informações circulam rapidamente pela rede.
Atualmente registrado em inúmeras escolas, o bullyng não se restringe a determinada faixa etária, ou nível social. Por isso mesmo, a todos compete sua identificação e busca de soluções. Conhecer cada aluno, cada filho, observar suas atitudes em sala e em casa, no horário de recreio ou em brincadeiras na rua . O que mais chama a atenção é que, de uma forma ou de outra, a maioria dos alunos já vivenciou situações de bullyng, na condição de autor, vítima ou observador.
Autores de agressões, costumam ser pessoas sem autocrítica, inconsequentes, que agem por impulso. Geralmente possuem pais " ausentes", poucos afetivos e permissivos, não compromitidos em acompanhar e supervisionar seu comportamento, que até se omitem ao perceber atitudes inadequadas e agressivas, achando que o filho deve agir primeiro e pensar depois ou que ele apenas está na defesa.
O QUE DEVEMOS FAZER?.
É importante estarmos atentos, observando o que nossos filhos ou alunos pensam, como avaliam situações do cotidiano, como reagem e se posicionam, para ajudá-los a desenvolver atitudes de autocrítica e cidadania.
Pesquisas recentes revelam que o preconceito vem de casa, da formação familiar. " O trabalho para acabar com a discriminação transcende a atuação da escola. O que preocupa é que esses alunos serão , no futuro, pais de família e passarão isso aos seus filhos". diz José Afonso Mazzon, coordenador da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas ( Fipe ) a pedido do Ministério da Educação ( MEC ). Portanto promover reuniões para as famílias conhecerem melhor o problema, orientando quanto aos encaminhamentos necessários, é a recomendação que se dá a escola como ferramenta que direcione uma ação integrada.
Aos pais, solicita-se que observem mudanças de comportamento, incentivando o filho a falar do dia- a - dia na escola. O lar precisa ser um reduto de segurança e afeto, onde o filho se expresse com liberdade e confiança, fale à
vontade sobre suas dificuldades e inseguranças, abrindo a possibilidade de ele revelar um bullyng de que está participando. Nesse caso, devem informar a escola para tomar, também, providências.
Da mesma forma, se a família observar no filho atitudes de agressividade, intolerância, superioridade, uso de força física e/ou coação psicológica como forma de obter o que deseja, precisa aproximar-se e orientá-lo. É o momento de refletir sobre o modelo educativo que está oferecendo, pois sempre há tempo para repensar a forma de agir, considerando que estamos aprendendo e reaprendendo todos os dias. Jamais ignorar a situação de criança ou adolescente que esteja praticando bullyng. Uma conversa franca que o faça refletir sobre seus atos, buscando os motivos que o levaram a tal, dá-lhe a oportunidade de tomar consciência de suas atitudes. Vale incentivá-lo a mudar o comportamento, a dialogar com quem esteja intimidando, desculpando-se e deixando-o em paz..., Esse é o caminho para ele passar a agir com responsabilidade e consciência. Nunca procurar desculpa para a atitude condenável do filho, lembrabdo que isso pode conduzi-lo a uma vida delituosa e infeliz. O contato com a escola para orientação e parceria, é muito importante para direcionar ação que encerre boas referências de ética e solidariedade.
Importante lembrar: família, escola e comunidade, cada qual deve tomar para si a responsabilidade de combater o bullyng, uma vez que as causas e consequencias repercutem em todos. È necessário mostrar a cada aluno, professor e funcionário sua responsabilidade em transformar a sociedade, em fazer agradável e amistoso o ambiente escolar, onde todos são aceitos e respeitados.
revista PAD - setembro de 2009.
Vejamos alguns tipos de agressão mais evidentes:
. Verbal - apelidar, xingar, zoar...
. Física _ bater, chutar, beliscar...
. Moral - difamar, caluniar, discriminar...
. Psicológica - intimidar, ameaçar, perseguir...
. Sexual - abusar, assediar, insinuar...
. Material - furtar, roubar, estragar pertences...
. Virtual - por meio da internet e ou celular, caçoar, discriminar, difamar...
Além das agressões no ambiente escolar, acontece também no ambiente familiar e nas brincadeiras de ruas. Surge novas formas de itimidação como o CYBERBULLING - esposição feita pela internet. Na maioria dos casos , a vítima desconhece que esteja sendo alvo da "brincadeira" e, ao descobrir, não tem como se defender, porque o agressor é anônimo e as informações circulam rapidamente pela rede.
Atualmente registrado em inúmeras escolas, o bullyng não se restringe a determinada faixa etária, ou nível social. Por isso mesmo, a todos compete sua identificação e busca de soluções. Conhecer cada aluno, cada filho, observar suas atitudes em sala e em casa, no horário de recreio ou em brincadeiras na rua . O que mais chama a atenção é que, de uma forma ou de outra, a maioria dos alunos já vivenciou situações de bullyng, na condição de autor, vítima ou observador.
Autores de agressões, costumam ser pessoas sem autocrítica, inconsequentes, que agem por impulso. Geralmente possuem pais " ausentes", poucos afetivos e permissivos, não compromitidos em acompanhar e supervisionar seu comportamento, que até se omitem ao perceber atitudes inadequadas e agressivas, achando que o filho deve agir primeiro e pensar depois ou que ele apenas está na defesa.
O QUE DEVEMOS FAZER?.
É importante estarmos atentos, observando o que nossos filhos ou alunos pensam, como avaliam situações do cotidiano, como reagem e se posicionam, para ajudá-los a desenvolver atitudes de autocrítica e cidadania.
Pesquisas recentes revelam que o preconceito vem de casa, da formação familiar. " O trabalho para acabar com a discriminação transcende a atuação da escola. O que preocupa é que esses alunos serão , no futuro, pais de família e passarão isso aos seus filhos". diz José Afonso Mazzon, coordenador da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas ( Fipe ) a pedido do Ministério da Educação ( MEC ). Portanto promover reuniões para as famílias conhecerem melhor o problema, orientando quanto aos encaminhamentos necessários, é a recomendação que se dá a escola como ferramenta que direcione uma ação integrada.
Aos pais, solicita-se que observem mudanças de comportamento, incentivando o filho a falar do dia- a - dia na escola. O lar precisa ser um reduto de segurança e afeto, onde o filho se expresse com liberdade e confiança, fale à
vontade sobre suas dificuldades e inseguranças, abrindo a possibilidade de ele revelar um bullyng de que está participando. Nesse caso, devem informar a escola para tomar, também, providências.
Da mesma forma, se a família observar no filho atitudes de agressividade, intolerância, superioridade, uso de força física e/ou coação psicológica como forma de obter o que deseja, precisa aproximar-se e orientá-lo. É o momento de refletir sobre o modelo educativo que está oferecendo, pois sempre há tempo para repensar a forma de agir, considerando que estamos aprendendo e reaprendendo todos os dias. Jamais ignorar a situação de criança ou adolescente que esteja praticando bullyng. Uma conversa franca que o faça refletir sobre seus atos, buscando os motivos que o levaram a tal, dá-lhe a oportunidade de tomar consciência de suas atitudes. Vale incentivá-lo a mudar o comportamento, a dialogar com quem esteja intimidando, desculpando-se e deixando-o em paz..., Esse é o caminho para ele passar a agir com responsabilidade e consciência. Nunca procurar desculpa para a atitude condenável do filho, lembrabdo que isso pode conduzi-lo a uma vida delituosa e infeliz. O contato com a escola para orientação e parceria, é muito importante para direcionar ação que encerre boas referências de ética e solidariedade.
Importante lembrar: família, escola e comunidade, cada qual deve tomar para si a responsabilidade de combater o bullyng, uma vez que as causas e consequencias repercutem em todos. È necessário mostrar a cada aluno, professor e funcionário sua responsabilidade em transformar a sociedade, em fazer agradável e amistoso o ambiente escolar, onde todos são aceitos e respeitados.
revista PAD - setembro de 2009.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
CORAÇÃO NOVO / ACORDE Para ser mais FELIZ.
...O coração é a metáfora dos sentimentos, das intenções. Um coração envelhecido é aquele que desistiu de amar, que não acredita na humanidade e que, consequentimente, se fecha. E é, por isso, solitário. A solidão pela ausência do amor envelhece o coração.As desculpas para um coração envelhecido recaem nas decepções com as pessoas que amamos.
0os dos erros dos outros, lamentamos as atitudes incorretas de nossos irmãos e, assim, optamos pelo fechamento. Vivemos condenando nossa triste situação. Pais, filhos, amigos, parece que não há ninguem de valor a nosso lado. Pensamos como seria bom se eles mudassem, se eles melhorassem .
... O tempo pode ser uma boa escola.Ele nos ensina a tolerância, o respeito as limitações do outro e às nossas próprias limitações, a bondade no julgar.
As vezes, os pais exigem dos filhos algo que não podem dar. O inverso é verdadeiro. E na relação entre o casal também. Cada ser é único. E talvez grande parte dos erros não sejam intencionais.
Não espere que o outro mude Mude você. Diga a pessoa que você ama:" Quem tem que mudar sou eu, para que você seja feliz".
E, se precisar, complete com Madre Tereza: Não vou perder tempo julgando, quero gastar tempo amando.
Esse é o convite. A consciencia de que a sua família será melhor se você for melhor. Que o seu trabalho será melhor se você for melhor. Que o mundo, esse grande coração que pulsa, será renovado se o seu coração for renovado.
Obrigada Gabriel chalita por essa reflexão tão necessária.
Feliz coração novo.
.
QUEM ENTENDE UM OLHAR ...
Mergulha livremente no mar do conhecimento, da observação, da curiosidade, da experiência, da dúvida, da busca e da conquista. Bem disse o poeta:" Os olhos são as janelas da alma". Pelas janelas da alma dinamizamos o espetáculo da vida em todas as dimensões. Passamos de espectadores a protagonistas, dinamizando a própria vida com a habilidade de quem desenvolveu a sensibilidade de olhar e ultrapassar o olhar. Os olhos humanos são janelas abertas para ver e para projetar.
Quem entende um olhar... sabe informar e humanizar. Quem entende um olhar ... capta o educando por inteiro e lhe propicia um mundo de possibilidades, na troca consciente e inconsciente de olhares e metodologias, tecer sua autoaprendizagem.
Quem entende um olhar... descobre a arte de educar e segue na encantadora tarefa de construir" janelas", de preparar cidadãos que transformam porque enxergam e não apenas discursam.
A Escola Pierre Vigne acredita no poder do olhar, dos gestos, por isso sugere, refletindo esse texto de Janete Alécio, o ressignificar a ação educativa escola e família que extravasa dos olhos que carinhosamente ensinam
Quem entende um olhar... sabe informar e humanizar. Quem entende um olhar ... capta o educando por inteiro e lhe propicia um mundo de possibilidades, na troca consciente e inconsciente de olhares e metodologias, tecer sua autoaprendizagem.
Quem entende um olhar... descobre a arte de educar e segue na encantadora tarefa de construir" janelas", de preparar cidadãos que transformam porque enxergam e não apenas discursam.
A Escola Pierre Vigne acredita no poder do olhar, dos gestos, por isso sugere, refletindo esse texto de Janete Alécio, o ressignificar a ação educativa escola e família que extravasa dos olhos que carinhosamente ensinam
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Planejar é fundamental . Compromisso e Cumplicidade dos Pais.
O incío do ano letivo sempre traz novas possibilidades, esperanças e promessas. Rever amigos e professores, conhecer outros colegas aumenta a ansiedade para o retorno à escola. É importante arrumar o "relógio biológico" individual, organizando horários esquecidos durante as prolongadas férias, relembrar hábitos saudáveis, como dormir cedo e acordar cedo, alimentar-se adequadamente e criar um programa adequado para a prática de atividades físicas.
Férias ? Maravilhosas para repor a energia! Agora é hora de construir mais um ano de sucesso, desde o primeiro dia de aula.
Hábitos se adquirem pela persistência e constância. Assim, estudar e organizar o dia-a-dia também devem ser pensados de forma a transformar o que fazemos em algo duradouro e eficiente. As velhas e conhecidas promessas de que este ano vai ser diferente, vou estudar mais desde o início para ficar tranquilo no final, nem sempre funcionam, justamente por falta de planejamento.
Os pais podem e devem ajudar os filhos nessa organização, elaborando com eles um planejamento de atividades diárias, distribuindo as horas do dia de forma a atender tanto às necessidades de estudo quanto a de lazer e outras atividades. Como estudo diário, leia-se "revisão de conteúdos visto no dia - breve leitura, atenta, do que foi visto na escola. Nessa leitura, grifam-se palavras - chave e marcam-se os pontos mais importantes, que dão significado ao que se aprendeu. Também é importantíssimo anotar o que não foi iinteiramente entendido, as dúvidas, para saná-las com o professor, os colegas ou nas aulas de atendimento . Esse procedimento evita que o aluno acumule dúvidas e lhe permite acompanhar as aulas de forma mais eficaz, pela assimilação dos conteúdos anteriores.
Tornando-se uma prática diária, a criança ou o adolescente incorporam o processo e passam a ter bons hábitos de estudo e organização, o que fará grande diferença, tanto na sua vida escolar quanto no seu futuro profissional. Afinal, a busca da qualidade crescente é um dos alicerces para toda carreira de sucesso.
Então, mãos à obra! Façamos com que neste ano as promessas sejam cumpridas, e as metas, alcançadas, com tranquilidade, perseverança e, principalmente, muita vontade de vencer.
Férias ? Maravilhosas para repor a energia! Agora é hora de construir mais um ano de sucesso, desde o primeiro dia de aula.
Hábitos se adquirem pela persistência e constância. Assim, estudar e organizar o dia-a-dia também devem ser pensados de forma a transformar o que fazemos em algo duradouro e eficiente. As velhas e conhecidas promessas de que este ano vai ser diferente, vou estudar mais desde o início para ficar tranquilo no final, nem sempre funcionam, justamente por falta de planejamento.
Os pais podem e devem ajudar os filhos nessa organização, elaborando com eles um planejamento de atividades diárias, distribuindo as horas do dia de forma a atender tanto às necessidades de estudo quanto a de lazer e outras atividades. Como estudo diário, leia-se "revisão de conteúdos visto no dia - breve leitura, atenta, do que foi visto na escola. Nessa leitura, grifam-se palavras - chave e marcam-se os pontos mais importantes, que dão significado ao que se aprendeu. Também é importantíssimo anotar o que não foi iinteiramente entendido, as dúvidas, para saná-las com o professor, os colegas ou nas aulas de atendimento . Esse procedimento evita que o aluno acumule dúvidas e lhe permite acompanhar as aulas de forma mais eficaz, pela assimilação dos conteúdos anteriores.
Tornando-se uma prática diária, a criança ou o adolescente incorporam o processo e passam a ter bons hábitos de estudo e organização, o que fará grande diferença, tanto na sua vida escolar quanto no seu futuro profissional. Afinal, a busca da qualidade crescente é um dos alicerces para toda carreira de sucesso.
Então, mãos à obra! Façamos com que neste ano as promessas sejam cumpridas, e as metas, alcançadas, com tranquilidade, perseverança e, principalmente, muita vontade de vencer.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Educação Financeira _ Conversa com os pais
Isso se aprende em casa e na escola.
Lidar com dinheiro não é fácil para os adultos, muito menos para as crianças. Ganhar dinheiro é muito difícil, por outro lado, gastar é muito fácil. Ofertas, promoções, necessidades instaladas pela mídia, sonhos de consumo já acabaram com a poupança de muitas famílias. Importante perceber que a administração desses recursos cabe a adultos. Imaginem então o que significa para as crianças ter um pouco mais de dinheiro no bolso.
O real valor do dinheiro só é aprendido quando de fato existe a responsabilidade de lidar com ele, ou seja, fazer com que seja suficiente para suprir as necessidades em determinado prazo. E as crianças como podem aprender se não recebem salário? Há outros caminhos? É possível promover uma educação financeira? SIM, não só é possível como necessário que as crianças sejam orientadas sobre como estabelecer uma relação saudável com o dinheiro e, dessa forma, preveni-las para chegar à vida adulta preparadas para ganhar e gastar bem os recursos financeiros.
Para pensar na educação financeira dos filhos, é necessário revisão de valores, preconceitos e práticas na relação com o dinheiro.É importante, por exemplo, pensar em como aproveitá-lo melhor e usufruir de seus benefícios. Afinal, as crianças seguem modelos, não sendo diferente nessa área. As crianças vão usar como referência os adultos com quem convivem e praticar os valores que neles enxergam.
O objetivo da educação financeira é criar uma mentalidade adequada e saudável em relação ao dinheiro. A educação financeira adequada exige tempo, treino e persistência.
As dicas a seguir ajudam sobre como a educação financeira pode começar hoje mesmo a fazer parte dos objetivos de uma educação completa.
1- Criança precisa de exemplos práticos para começar a entender o valor das coisas. Se a família pretende viajar nas férias, isso pode ser um bom começo para pedir ao filho que participe das economias da casa para esse objetivo.
2- Não esconder as dificuldades financeiras nem sustentar um padrão de vida irreal.A criança pode tornar-se um adulto que faz qualquer coisa para aparentar um poder que não tem.
3- Dar mesadas com regularidade. O mais importante não é o valor, mais a regularidade dos "pagamentos". Cumprir o que foi combinado.
4- Não impedir o filho de gastar o dinheiro dele. Haverá erros e acertos, mas parte do processo de aprender a economizar é saber como gastar. Isso inclui fazer escolhas e, eventualmente, arrepender-se.
5-Manter o planejamento. Evitar dar as crianças mais que o valor da propria mesada regular. Todos devem acostumar-se, desde cedo, a viver conforme seu padrão de renda e fazer o orçamento pessoal.
6- Tarefa doméstica não deve ser remunerada. Fazer isso diminui a autoridade dos pais. A criança deve ajudar em casa por que faz parte da família.
7- Boas notas escolares não devem ser motivo de remuneração. Pagar por boas notas na escola é mostrar à criança que o importante é o resultado, não o aprendizado.
8- Cartão de crédito é coisa de adulto. Ele ensina somente a gastar, nunca a economizar, que é um conceito fundamental.
9- Ensinar o valor do dinheiro. Esclarecer a diferença entre querer e precisar de alguma coisa. Estimular o filho a comparar preços e evitar comprar aquilo que considerar caro, mesmo que possa fazê-lo.
Obrigada Rita Egashira por esta grande matéria.
DINHEIRO, o que fazer com ele? - Como ganhar? - Como gastar ? - Como poupar? -
Não há idade específica para ensinar os filhos a lidar com as finanças, mas eles podem ter os primeiros contatos com dinheiro a partir dos 6 anos.. Para isso, jogos e livros ligados ao tema são muito apropriados.. Banco imobiliário é um dos melhores jogos para isso. Ensina o que é comprar, vender, lucrar... Histórias como João e o Pé de Feijão, A Galinha dos Ovos de Ouro, transmitem valores importantes sobre paciência, planejamento e trabalho, indispensáveis para uma boa educação financeira.
Lidar com dinheiro não é fácil para os adultos, muito menos para as crianças. Ganhar dinheiro é muito difícil, por outro lado, gastar é muito fácil. Ofertas, promoções, necessidades instaladas pela mídia, sonhos de consumo já acabaram com a poupança de muitas famílias. Importante perceber que a administração desses recursos cabe a adultos. Imaginem então o que significa para as crianças ter um pouco mais de dinheiro no bolso.
O real valor do dinheiro só é aprendido quando de fato existe a responsabilidade de lidar com ele, ou seja, fazer com que seja suficiente para suprir as necessidades em determinado prazo. E as crianças como podem aprender se não recebem salário? Há outros caminhos? É possível promover uma educação financeira? SIM, não só é possível como necessário que as crianças sejam orientadas sobre como estabelecer uma relação saudável com o dinheiro e, dessa forma, preveni-las para chegar à vida adulta preparadas para ganhar e gastar bem os recursos financeiros.
Para pensar na educação financeira dos filhos, é necessário revisão de valores, preconceitos e práticas na relação com o dinheiro.É importante, por exemplo, pensar em como aproveitá-lo melhor e usufruir de seus benefícios. Afinal, as crianças seguem modelos, não sendo diferente nessa área. As crianças vão usar como referência os adultos com quem convivem e praticar os valores que neles enxergam.
O objetivo da educação financeira é criar uma mentalidade adequada e saudável em relação ao dinheiro. A educação financeira adequada exige tempo, treino e persistência.
As dicas a seguir ajudam sobre como a educação financeira pode começar hoje mesmo a fazer parte dos objetivos de uma educação completa.
1- Criança precisa de exemplos práticos para começar a entender o valor das coisas. Se a família pretende viajar nas férias, isso pode ser um bom começo para pedir ao filho que participe das economias da casa para esse objetivo.
2- Não esconder as dificuldades financeiras nem sustentar um padrão de vida irreal.A criança pode tornar-se um adulto que faz qualquer coisa para aparentar um poder que não tem.
3- Dar mesadas com regularidade. O mais importante não é o valor, mais a regularidade dos "pagamentos". Cumprir o que foi combinado.
4- Não impedir o filho de gastar o dinheiro dele. Haverá erros e acertos, mas parte do processo de aprender a economizar é saber como gastar. Isso inclui fazer escolhas e, eventualmente, arrepender-se.
5-Manter o planejamento. Evitar dar as crianças mais que o valor da propria mesada regular. Todos devem acostumar-se, desde cedo, a viver conforme seu padrão de renda e fazer o orçamento pessoal.
6- Tarefa doméstica não deve ser remunerada. Fazer isso diminui a autoridade dos pais. A criança deve ajudar em casa por que faz parte da família.
7- Boas notas escolares não devem ser motivo de remuneração. Pagar por boas notas na escola é mostrar à criança que o importante é o resultado, não o aprendizado.
8- Cartão de crédito é coisa de adulto. Ele ensina somente a gastar, nunca a economizar, que é um conceito fundamental.
9- Ensinar o valor do dinheiro. Esclarecer a diferença entre querer e precisar de alguma coisa. Estimular o filho a comparar preços e evitar comprar aquilo que considerar caro, mesmo que possa fazê-lo.
Obrigada Rita Egashira por esta grande matéria.
DINHEIRO, o que fazer com ele? - Como ganhar? - Como gastar ? - Como poupar? -
Não há idade específica para ensinar os filhos a lidar com as finanças, mas eles podem ter os primeiros contatos com dinheiro a partir dos 6 anos.. Para isso, jogos e livros ligados ao tema são muito apropriados.. Banco imobiliário é um dos melhores jogos para isso. Ensina o que é comprar, vender, lucrar... Histórias como João e o Pé de Feijão, A Galinha dos Ovos de Ouro, transmitem valores importantes sobre paciência, planejamento e trabalho, indispensáveis para uma boa educação financeira.
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